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Tutorial: Arquinho de Gatinho com Fio Ortodôntico

fevereiro 8
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Oii pessoaaal,

Adoroooo essa época do ano, carnaval lembra festas animadas e muitas fantasias divertidas!!

Estamos no meio do feriado de Carnaval, e minhas habilidades como dentistas/ortodontista sempre me deram vantagem para esse tipo de artesanato, apesar de não praticar muito, achei bacana dividir com vocês, minha ideia de arquinho de gatinho feita com fio ortodôntico de aço e pérolas! Ficou muitooo fofo, deem uma olhada. 

Aqui vai os materiais que você vai precisar para fazer o arquinho, e caso não seja dentista ou não tenha esses materiais, da pra improvisar super bem com arame mesmo!

  • Arquinho de pérolas

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  • Fio Ortodôntico de aço

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  • Cola Super Bonder

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  • Régua

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  • Pérolas

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  • Alicate Ortôntico 139

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  • Alicate de corte pesado

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Corre no consultório pegar os materiais que da tempo! kkkkk

Agora é muito fácil fazer gente, com a régua corte dois fios ortodônticos iguais com 15 cm cada, dobre o fio no meio e formate com ele um orelha de gatinho, pegue uma das extremidade do fio e faça um semi-círculo com a ponta mais arredondada do alicate 139, na outra extremidade preencha todo o fio com as pérolas, e faça um semi-circulo na ponta,”fechando” a orelha. Faça isso com os dois fios.

Pegue o arquinho de pérolas e posicione onde as orelhas devem ficar (preste atenção para que fiquem simétricas).

Passe o semi-círculo pelo arame do arquinho e prenda as orelhas, para fixar melhor cole com uma gotinha de super bonder.

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semi-círculo feito com o fio de aço, já preso no arquinho de pérolas

 

Arquinho Pronto

Arquinho Pronto

 

Veja como ficou o resultado… 🙂

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E ai, o que acharam? Alternativa baratinha e super delicada para esse carnaval!!!

Agora é só se jogar!!!!

Beijosssss

 

 

Mononucleose, mais conhecida como a doença do beijo

fevereiro 5
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Oiii pessoal,

Carnaval chegando, e o assunto que vem a tona é a mononucleose.Também conhecida como a doença do beijo, a mononucleose costuma acometer os adolescentes, quando despertam para a vida sexual. Provoca febre, enfartamento dos gânglios do pescoço e das axilas, comprometimento do fígado e do baço, entre outros sintomas.

O vírus responsável pela doença é o Epstein-Barr, da família Herpesviridae, transmitido pela saliva contaminada num contato íntimo entre as pessoas, daí o nome doença do beijo.

O diagnóstico pode ser feito por um exame de sangue específico. Quando adultos fazem esse exame, a maioria fica sabendo que foi infectada pelo vírus e teve a doença no passado sem se dar conta de sua atividade, pois os sintomas foram confundidos com os de infecções banais comuns na infância e na adolescência. Em alguns casos, porém, os quadros são mais intensos e prolongados, a febre é alta e custa a desaparecer, o que assusta muito os pacientes e seus familiares.

É justificada a fama de doença do beijo que a mononucleose tem?

É uma fama justificada. Tendo em conta que a saliva é um dos veículos de eliminação do vírus, o beijo facilita sua transferência para a pessoa que ainda não foi infectada. Além disso, como a mononucleose tem pico de incidência entre os15 e os 25 anos, ou seja, entre adolescentes e adultos muito jovens, o beijo está diretamente implicado na transmissão do vírus pelo menos nas populações socioeconômicas mais diferenciadas.

Para o vírus ser transmitido é necessário haver contato íntimo entre as pessoas, ou ele pode ser transmitido pelas gotículas de saliva que eliminamos ao falar ou a tossir como acontece na tuberculose, por exemplo?

O vírus da mononucleose é muito sensível às condições ambientais, de maneira que permanece viável por curto intervalo de tempo, o que dificulta sua transmissão se não houver contato muito estreito entre as pessoas. Essa é a razão pela qual a doença não é vista, a não ser excepcionalmente, em condições de surto simultâneo dentro de uma família. Na maioria das vezes, ocorrem casos esporádicos, com alguns portadores transitórios em determinado meio, de tal sorte que a pessoa com mononucleose não tem notícia de outro caso no círculo em que convive.

Por que outras vias o vírus Epstein-Barr da mononucleose pode ser transmitido?

Excepcionalmente, pode ser transmitido por transfusão de sangue, e mais excepcionalmente ainda, por via transplacentária, se a gestante adquirir o vírus durante a gravidez.

Existe transmissão sexual documentada? 

Não existe. Esse vírus não faz parte da lista dos que causam as doenças sexualmente transmissíveis (DST).

Quais são os principais sintomas da mononucleose?

A febre é sintoma obrigatório da doença. O comprometimento de toda a garganta e da faringe é intenso, com formação de placas brancas e exsudato (líquido com alto teor de proteínas e leucócitos) que lembram as lesões da candidíase (sapinho) e da difteria, doença comum no passado, mas pouco frequente hoje em dia. Os gânglios linfáticos avolumam-se, particularmente os do pescoço, e a infecção também pode provocar alterações no fígado e no baço.

Característico da mononucleose, porém, é o enorme aumento do número de linfócitos no sangue e, o que é muito sugestivo, a aparência anormal que uma parcela deles adquire. São os chamados linfócitos atípicos que, detectados no hemograma realizado rotineiramente nas doenças infecciosas, valorizam a possibilidade de tratar-se de mononucleose infecciosa.

O sinal de Hoagland também é um sintoma importante na mononucleose infecciosa. Você poderia caracterizá-lo?

As pálpebras superiores ficam inchadas, a fenda palpebral diminui, o que dá ao paciente a aparência quase de um oriental, com os olhos bem fechadinhos. Esse sintoma foi descrito pelo coronel Hoagland que o identificou em recrutas militares dos Estados Unidos.

O exantema também faz parte dos quadros de mononucleose?

O exantema ocorre, talvez, em 8%, 10% dos casos. No entanto, essa taxa salta para 80%, 100%, se o paciente for erroneamente tratado com antibióticos, especialmente os do grupo da ampicilina e da amoxilina, até porque a garganta muito inflamada e a presença de exsudatos podem levar um médico menos avisado a confundir mononucleose com amidalite purulenta.

Existe perspectiva de vacina contra a mononucleose?

Não há. A obtenção da vacina é um campo que tem despertado pouco interesse nos pesquisadores.

Fonte: Drauzio Varella

 

Bom Carnaval a todoooos!! E cuidem-se!

Beijoss